segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Prá esquecer um pouquinho dos vexames!

domingo, 22 de novembro de 2009

Vergonha sem fim. Simplesmente ridículo esse time!!!!!



Pro inferno. Isso é o mais leve que eu posso desejar para esse time de mulambo, sem alma e sem raça.

Sem sorte e sem vontade. Não tem vontade de vencer, e por isso não vence. E a sorte caminha ao lado dos vencedores.

Sem alma e sem dignidade. Aceita ser roubado em casa, pelo mesmo bandido, e não faz nada. Que merda de diretoria é essa que permite que Alício Pena Jr. continue apitando nossos jogos, depois dele ter feito o Sport campeão, nos roubando até o último fio de cabelo?

Só mesmo uma diretoria que acha que business e desmanchar um time vencedor, por alguns míseros trocados.

Precisa ser muito burro para trocar a tranquilidade e os holofotes de um ano maravilhoso para terminar de forma melancólica, com a torcida contrariada e temerosa para o centenário.

Porque o Corinthians é assim? Sanches teve uma administração exemplar no ano da série B. Deu aula de marketing para todos os dirigentes do futebol brasileiro. Implantou uma transparência única, que aliás ninguém copiou, porque agir por debaixo dos panos é muito melhor.

Se cercou de gente competente e com vontade. Montamos um time competitivo, subimos de forma espetacular e prontos para o retorno das glórias que sempre fizeram parte da nossa história.

Elas vieram. Campeão Paulista invicto e tri da Copa do Brasil. Muito bom. Mas normal. Afinal, aqui é Corinthians.

Mas como dizem, série B não faz bem mesmo para time grande. Apequena. E o Corinthians se apequenou.

Achou que dois títulos já era muito. O gênio do business Mário Gobbi decretou que ali encerrava-se um ciclo. Sendo imediatamente referendado pelo "estrategista" Mano Menezes.

Fim de ciclo de seis meses? Seis meses????!!!!

Quando se monta uma equipe campeã, o ciclo mínimo é de dois anos. Nesse período, o clube aproveita para ganhar muito dinheiro em cima da fama e dos títulos.

Isso é business.

Agora temos uma porcaria de time, já gastamos e gastaremos muito para formar uma equipe minimamente competitiva, e vamos entrar, para variar, fragilizados e desacreditados em mais uma Libertadores.

Só não estamos disputando o rebaixamento agora porque achamos uns 4 pontinhos por aí.

É muito foda.

Cara, acho que essa é a primeira vez que o Corinthians realmente me faz sentir raiva. Já senti muitas alegrias, tristezas, decepções, já sorri e chorei demais por esse time, mas raiva nunca. Mas agora estou com raiva mesmo.

E se eu tivesse o poder da decisão nas mãos, Mário Gobbi sairia do clube a base de chutes no traseiro, levando no colo seu conivente e omisso técnico Mano Menezes.

Porque não venham defender um cara que aceitou ver seu time ser desmanchado e ainda falava com um sorriso arrogante nos lábios: vamos montar uma equipe mais forte ainda.

Montou? Montou o cacete. Não é mágico.

A única coisa que ele desenvolveu com maestria é explicar o inexplicável. É dar entrevistas com cara de tacho diante de mais um vexame.

Fizemos o nome do Fernandão, do Paulo Baier e agora desse maldito Carlinhos Bala.

Perder de virada para o Náutico, que não ganhava de ninguém a 15 partidas, é motivo mais que suficiente para mandar metade do time embora no ato.

E ainda tem torcedor debatendo se devemos ou não entregar o jogo para o Flamengo. Amigos, com esse timeco, seremos goleados.

E agora se preparam para mais uma semana de "fumaça", com promessas de contratações espetaculares.

Mário Gobbi, pede para sair maldito!

Sem valeu!

sábado, 21 de novembro de 2009

Despedida digna ou outra vergonha??


Nação,

Hoje o Corinthians faz o último jogo do ano no Pacaembu, já que a partida contra o Flamengo foi transferida para Campinas.

Pacaembu, nossa casa, nosso palco predileto, local de tantas glórias e emoções.

Mas nesse campeonato, abandonado por causa do business, a história não tem sido bem assim.

35 mil fiéis contra o Goiás, e fomos premiados com um bando de preguiçosos em campo, transformando o patife Fernandão no craque da rodada.

Depois, novamente mais de 30 mil loucos para assistir o passeio do Atlético Pr.

Nos últimos dias só se tem falado se o Timão vai ou não entregar o jogo para o Flamengo. Claro que não vai, mas a questão é se temos time para ganhar deles.

A resposta será dada hoje. Se não conseguirmos nem ganhar do péssimo Náutico, do bossal Geninho, ganharemos de quem?

Por isso, esperamos que os jogadores busquem motivação, respeitem a Fiel e o Manto Sagrado, e afundem o timinho do palhacinho Carlinhos Bala.

O time entrará cheio de desfalques, e com algumas improvisações perigosas, como Marcelinho, atacante, atuando na lateral direita.

Felipe também não joga, por conta do "rodízio" do Mano. Tá na cara que ele já pediu férias e não tá mais afim de jogar esse ano. Entra no seu lugar Rafael Santos.

A zaga toda desfalcada, sem os titulas Chicão e William. Provavelmente será formado por Diego e Paulo André.

Titulares mesmo só Jorge Henrique, Elias, Edu e Ronaldo. Expectativa pela volta do Escudero, depois de 7 meses no estaleiro.

Uma equipe totalmente modificada. Se bem que com os titulares, sem vontade, também não temos tido bons resultados.

O que vai fazer a diferença hoje é o sangue nos olhos. Porque do outro lado eles virão babando. O palhacinho Bala já falou que o jogo é uma decisão.

Não podemos mais fazer a fama de medíocres. Nesse campeonato já nos prestamos demais a esse papel.

Hoje não.

Queremos a vitória a qualquer custo.

E depois, no jogo do esquema, vamos quebrar a cara dos "bastidores" e golear o Flamengo.

Vai ajudar os bambis? Foda-se. O dia que eu ver o Corinthians em campo e meu coração pedir a derrota, aí sei que não serei mais corinthiano.

Aqui é Corinthians.

Valeu!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O melhor time do campeonato pode ser rebaixado e um dos piores pode ser campeão. Viva o sistema europeu!!!

Nação,

Todos já ouviram falar que o brasileiro tem síndrome de vira-latas.

Uma expressão que ilustra o sentimento de inferioridade em relação aos países de primeiro mundo, sobretudo os americanos.

Isso teve sua razão de ser. Não pelo fato de sermos um país em desenvolvimento, mas porque há alguns anos atrás o "primeiro mundo" estava a nossa frente em tudo, anos luz.

Um carro era lançado nos Estados Unidos e só chegava no Brasil anos depois. Quando chegava. E assim em tudo, na moda, na música, na tecnologia.

Hoje, com o mundo globalizado, isso mudou. Os lançamentos são simultâneos e mundiais, e temos acesso a tudo que os "primos ricos" tem.

No entanto, vira-lata é vira-lata. Você pode tratar ele como um "pudle", ter todos os cuidados e mimos, mas se deixar o portão aberto ele foge para a rua e volta uma carniça.

Digo isso para ilustrar o nosso comportamento no futebol.

Esse sempre foi o único setor em que não tínhamos porque ter sentimento de vira-latas. Pelo contrário. Sempre fomos a maior, mais temida e admirada potência futebolística.

E ainda somos. Mas os vira-latas de plantão não se conformavam com isso. Precisávamos fazer algo "de primeiro mundo".

E aí os gênios adotaram o sistema de pontos corridos no nosso campeonato, porque "na Europa inteira é assim". E estabeleceu o número máximo de 20 clubes, com 4 rebaixados, igualzinho "no primeiro mundo".

Uma beleza. Os defensores dizem que esse método é o mais justo.

Já tivemos fórmulas mirabolantes, concordo, mas alguém teria coragem de dizer que algum campeão não foi justo?

O fato é que graças a essa adaptação ao modelo primeiro mundista, podemos ter no final do campeonato o rebaixamento de uma das melhores, senão a melhor equipe do momento, o Fluminense, e ter como campeão uma das piores, o Palmeiras, se bem que isso vai ser difícil, principalmente com eles se pegando em campo.

Ou seja, o brilhante método dos pontos corridos não premia as melhores equipes. Por ser uma campeonato longo, burocrático, no seu final ele não retrata a realidade futebolística do momento.

Falaremos mais sobre isso.

Valeu!